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General renuncia a cargo no Conselho de Defesa da Venezuela

O major-general Alexis L?pez Ram?rez renunciou ao cargo de secret?rio do Conselho de Defesa da Na??o, o ?rg?o m?ximo consultivo do governo da Venezuela, por discordar do processo de Constituinte convocado pelo presidente Nicol?s Maduro.


Portugal Digital, com ag?ncias


Maduro no centro do conflito O militar acumulava o cargo de secret?rio do Conselho de Estado da Venezuela desde 7 de julho de 2014 por decis?o de Maduro e antes tinha sido comandante-geral do Ex?rcito, informa a ag?ncia Efe. O jornalista e ex-embaixador venezuelano Vladimir Villegas afirmou no Twitter que L?pez Ram?rez renunciou por discordar da decis?o de Maduro de convocar uma Assembleia Constituinte.

L?pez Ram?rez tamb?m foi chefe da Casa Militar do ex-presidente Hugo Ch?vez. O major-general participou, ao lado de Ch?vez, da fracassada tentativa de golpe de Estado em 1992 contra o ent?o presidente Carlos Andr?s P?rez. O Artigo 323 da Constitui??o da Venezuela diz que o Conselho de Defesa da Na??o ? “o ?rg?o m?ximo de consultoria para o planejamento e assessoria do Poder P?blico nos assuntos relacionados com a defesa da na??o, a sua soberania e a integridade de seu espa?o geogr?fico”.

Assembleia Constituinte

A Assembleia Nacional Constituinte, convocada por Maduro no ?ltimo dia 1? de maio, tem como objetivo redigir uma nova Carta Magna para substituir a atual.

V?rios chavistas distanciados do governo de Maduro s?o cr?ticos da convoca??o da Constituinte. Uma das principais vozes opostas ? medida ? a procuradora-geral, Luisa Ortega D?az, que defende que a popula??o deve ser consultada sobre a mudan?a do ordenamento jur?dico do pa?s. A elei??o dos mais de 500 representantes da Assembleia Constituinte ser? realizada no pr?ximo dia 30 de julho.

O texto que eles aprovarem dever? ser submetido a um referendo para sua aprova??o antes de ser considerado a nova Constitui??o. Desde o ?ltimo dia 1? de abril, a Venezuela vive uma onda de protestos contr?rios e favor?veis ao governo. Alguns deles terminaram em viol?ncia e repress?o policial.

O n?mero de mortos j? chega a 67, com mais de mil feridos.



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